O Município da Chamusca e a Santa Casa da Misericórdia da Chamusca inauguraram oficialmente o espaço-sede onde vai estar instalado o projeto “Chamusca Abraça CLDS 4G”. Trata-se de um projeto de intervenção comunitária que vai desenvolver a sua ação prioritária na promoção do envelhecimento ativo e no apoio à população idosa.

 

O projeto representa um investimento global superior a 380 mil euros, distribuídos por três anos, e foi financiado por uma candidatura ao Fundo Social Europeu. A Entidade Local Executora da Ação (ELEA) é o Município da Chamusca, que convidou a Santa Casa da Misericórdia da Chamusca (SCMC) para ser a Entidade Coordenadora Local da Parceria (ECLP). O projeto vai desenvolver-se sob a tutela da Segurança Social, com a colaboração dos parceiros da Rede Social (Juntas de Freguesia, Instituições Particulares de Solidariedade Social, entre outros).

 

Na inauguração estiveram o Presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, a Vice-Presidente, Cláudia Moreira, o Vereador em Permanência, Rui Ferreira, o Diretor do Centro Distrital de Segurança Social, Renato Bento, o Provedor da SCMC, Nuno Castelão, a equipa técnica do CLDS 4G e ainda vários convidados e entidades parceiras do projeto.

 

Conforme salientou o Presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, a implementação de um CLDS – Contrato Local de Desenvolvimento Social era já uma antiga aspiração do Município.

 

Estruturámos muitos dos projetos que temos vindo a desenvolver, já há vários anos, tanto para os seniores como para as crianças e jovens, sempre na perspetiva de que o CLDS pudesse ser o elo de ligação entre todos eles”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal.

 

O autarca faz ainda uma breve caraterização demográfica do concelho, salientando que, sendo um concelho com cerca de 10 mil habitantes, existem cerca de 150 idosos por cada jovem. Além disso, sendo um território com cerca de 746 km quadrados, é um concelho com elevada dispersão demográfica o que obriga a que as respostas sociais vão ao encontro das populações, em cada lugar e freguesia.

 

Não é só chamar as pessoas até nós, até à sede que estará sempre de portas abertas para receber quem precise de ajuda. É preciso ir até às freguesias, junto das pessoas, mostrar-lhe as mais valias do projeto e envolvê-las”, sublinhou Paulo Queimado, referindo que a equipa técnica do CLDS 4G dispõe também de uma viatura para se deslocar pelo concelho, uma necessidade ainda mais evidente, sobretudo neste tempo de pandemia, em que será preciso quase trabalhar caso a caso, diretamente com cada pessoa e agregado familiar e não tanto numa lógica de grupos, devido às restrições.

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