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“FRANCISCO, O MAIOR CORAÇÃO DO MUNDO” ESTÁ EM FÁTIMA

A obra “Francisco, o maior coração do mundo” instalada em Fátima, junto ao Posto de Turismo, foi hoje apresentada ao público em sessão solene que contou com a presença do Bispo de Leiria e Fátima, D. António Marto e o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca. A escultura, com cerca de 12 metros de altura e 12 de largura, é da autoria de Fernando Crespo e pretende homenagear o Papa Francisco que visita Fátima nos dias 12 e 13 de maio e perpetuar as comemorações do Centenário das Aparições.

Segundo Fernando Crespo a escultura é “uma homenagem a um homem simples” e de uma “humanidade que é tocante”. Explicou ainda que as figuras humanas em cada um dos lados do coração podem ser “um peregrino ou qualquer um de nós” que caminham em direção à “terra” e desta forma simbolizam “o lado efémero da vida”. A obra contempla ainda uma cruz como “símbolo da Igreja Católica”, de onde desponta uma “ramificação que pode ser uma árvore ou veias”, representando “a difusão de determinados princípios e de determinados valores”, explicou o escultor.

O Bispo de Leiria e Fátima, D. António Marto, manifestou-se feliz por participar “num momento de particular alegria com a inauguração e bênção desta obra”. Uma peça artística que perpetua todo o significado de um coração, “o coração de uma mãe, que é o maior”, mas também o coração “grande dos filhos pequeninos, muito acolhedor, sem muros”, que depois os adultos por vezes constroem. Referiu ainda a presença do “coração do Papa Francisco”, um “coração grande” de uma pessoa que procura “deitar por terra os muros” que foram levantados, ao mesmo tempo que incita à criação de “pontes, de abraços, de afetos e de entendimentos: aquilo que o Papa Francisco chama a revolução da ternura”. D. António Marto defendeu ainda que esta escultura interpela todos “a ter um coração universal, aberto a todos para construir um mundo de fraternidade, justiça social e paz”.

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém iniciou a sua intervenção com o elogio da obra porque “é uma peça que nos toca pelo seu significado estético, pela sua imponência artística e pela sua dimensão universal: o coração da Nossa senhora de Fátima é o maior coração do mundo e esse conceito fica aqui eternizado para sempre como um marco do Centenário das Aparições.” Paulo Fonseca defendeu também a necessidade de convergirmos “na fé, na tolerância, no diálogo multicultural, na aproximação ecuménica dos povos, na pacificação dos povos e na construção da Paz no Mundo”, assumindo “Fátima como a Cidade da Paz”. A finalizar, garantiu que “tudo vai funcionar bem” porque todas as entidades envolvidas trabalharam em conjunto, lembrando que “a comemoração do Centenário não é apenas um momento solene” e é mais uma oportunidade para “projetar Fátima no Mundo”.

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