“Campinos – vidas com memória”

Nobre figura. Guardião da “borda d’água” e do gado que a percorre. Altivo montado no seu cavalo, tem na mão firme o pampilho. Jaqueta e calção escuros. Colete encarnado e camisa branca. Sapatos com saltos de prateleira. Meias brancas rendilhadas, em pinha. Na cabeça o barrete verde, símbolo maior do Ribatejo. No peito, exibe com orgulho uma simples chapa com o brasão da casa agrícola a quem dedica o amor do seu trabalho…

Venha conhecer ou recordar outros tempos e momentos da dura vida do Campino, com fotografias e instalações que mostram bem as raízes de um povo que tinha como principal meio de subsistência na primeira metade do século XX o trabalho no campo.

Esta exposição estará patente até 31 de Outubro

“Picaria de Benavente”, fotografias de Armando Isaac

A importância desta festa para a vila e para as gentes de Benavente, numa exposição que pretende mostrar a arte do maneio do gado em contexto de Festa. A componente brava, aliada às perícias dos Campinos, atrai milhares de pessoas todos os anos ao Calvário para a Festa da Picaria. A partir dos magníficos registos fotográficos de Armando Isaac é possível perceber a dimensão que este evento ganhou dentro Sardinha Assada de Benavente, da qual é já parte indissociável.

Na ocasião será editado um livro de fotografias da Picaria de Benavente, também pela objectiva de Armando Isaac.

A exposição estará patente na sala Joaquim Rodrigues Parracho até 31 de Outubro

Logo a seguir à inauguração, poderá contar com um momento tipicamente ribatejano – «O Fandango do Ribatejo», com fandanguistas do Grupo Etnográfico “Samora e o Passado” de Samora Correia.

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