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Minifootball Cup em Almeirim

 

O fim de semana de 14 e 15 de fevereiro de 2026, em Almeirim, foi particularmente especial para quem gosta de ver e jogar entre amigos, formando equipas e rivalidades saudáveis. Nos contíguos estádios Municipal de Almeirim e D. Manuel de Mello, “casa” do União Futebol Clube de Almeirim, realizou-se a Minifootball Cup, dividida em duas competições a “eliminar”, o XXII evento Elite e MiniFootball Cup, organizadas pela Associação Portuguesa de Minifootball.

Equipas e claques de todo o país encheram as bancadas e o balcão do snack-bar do Estádio D. Manuel de Mello, num espírito de desportivismo e sã convivência.

Com a(s) fase(s) de grupos realizada no sábado dia 14, o domingo dia 15 foi o das decisões. Na Minifootball Cup, a equipa lisboeta Afeganislonga FC, que tem a particularidade de ser patrocinada (entre outras marcas) pelo cantor Nininho Vaz Maia, levou de vencida nos pontapés da marca de grande penalidade a equipa do Red Bull Brasil, detentora do título de campeã da Divisão de Elite Lisboa, em 2025. Um jogo equilibrado, traduzido num resultado 3-3, apenas resolvido na “lotaria” dos penaltis, com uma defesa do guardião Vitor Las Casas, que viria a vencer o prémio de melhor guarda-redes da competição. Da mesma equipa, Gonçalo Santos foi eleito o melhor marcador do torneio. O prestigiado galardão de melhor jogador foi entregue a Rui Cardinal, médio dos Young of the Towers, que ficaram pelas semi-finais, às mãos do Afeganislonga FC, vencedor da competição.

NO XXII Evento Elite Futebol, a vitória sorriu a norte, ao Tropa do Morro. Com jogadores oriundos da área metropolitana do Porto, de Matosinhos a Gondomar, o coletivo superiorizou-se numa final carregada de emoção e algumas quezílias, aos Manga Tropical, almejando o seu hexacampeonato. O finalista vencido deu boa réplica, lutou até ao segundo final, mas não foi suficiente para levar de vencida a “Tropa” de talento que veio do norte. O coletivo do Porto, além do troféu, colecionou também o prémio indivídual de melhor guarda-redes, para o guardião Ricardo Russo e o prémio de melhor jogador do torneio, para o médio José Campos. Os Manga Tropical levaram para casa o troféu de melhor marcador, nas mãos (ou nos pés) de Patrício Tavares, virtuoso Pivot que infortunadamente não “fez o gosto ao pé” na derradeira partida, no relvado do D. Manuel de Mello.

João Rosa Luz

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